Com os novos registros, o Brasil chega a 20 medicamentos injetáveis da classe GLP-1 aprovados em 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de cinco novos medicamentos injetáveis destinados ao tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade. Os produtos contêm semaglutida ou liraglutida e serão comercializados em formato de canetas aplicadoras.
As substâncias pertencem à classe dos agonistas do receptor GLP-1, medicamentos que atuam no controle da glicemia e na regulação do apetite, contribuindo para a sensação de saciedade e a redução do peso corporal.
Os cinco medicamentos são fabricados pelos laboratórios indianos Biocon e OneSource Specialty e tiveram seus registros concedidos a três empresas responsáveis pela comercialização no Brasil: Farma Vision Importação e Exportação de Medicamentos, Aché Laboratórios Farmacêuticos e Dr. Reddys Farmacêutica do Brasil.
Medicamentos aprovados para diabetes tipo 2
Três dos novos produtos são indicados para o tratamento de diabetes tipo 2:
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Aribet (liraglutida): fabricado pela Biocon e registrado pela Farma Vision Importação e Exportação de Medicamentos.
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Embeltah (semaglutida): produzido pela OneSource Specialty e registrado pela Dr. Reddys Farmacêutica do Brasil.
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Sevema (semaglutida): fabricado pela OneSource Specialty e registrado pela Aché Laboratórios Farmacêuticos.
Novas opções para tratamento da obesidade
Outros dois medicamentos receberam aprovação para o tratamento da obesidade, associados à prática de atividades físicas e à adoção de uma alimentação adequada:
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Lyrza (liraglutida): fabricado pela Biocon e registrado pela Farma Vision Importação e Exportação de Medicamentos.
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Wylovol (liraglutida): também produzido pela Biocon e registrado pela Farma Vision.
Brasil chega a 20 registros em 2026
Com as cinco novas aprovações, publicadas na Resolução RE nº 4.244, de 28 de outubro de 2026, no Diário Oficial da União, a Anvisa contabiliza 20 registros de medicamentos injetáveis da classe GLP-1 concedidos neste ano.
A ampliação do número de medicamentos registrados representa um avanço na disponibilidade de alternativas terapêuticas para o tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade no país.
O uso desses medicamentos exige prescrição médica e acompanhamento profissional, considerando as indicações, contraindicações e possíveis efeitos adversos. Nesse contexto, o farmacêutico desempenha um papel importante na orientação sobre o uso correto, armazenamento e administração dos medicamentos, contribuindo para a segurança do paciente.
Fonte: Agência Brasil e Anvisa.

